Eu Li – Private: Missão Jogos Olímpicos

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Declaro abertos os Jogos Olímpicos de Londres de 2012! 
A Private Londres, filial da maior agência de investigações do mundo, está trabalhando com o Comitê Organizador das Olimpíadas para garantir a segurança da competição. Tudo estava correndo bem até que, na véspera da cerimônia de abertura, Sir Denton Marshall, um figurão do comitê, é brutalmente assassinado em sua casa. Um psicopata com sede de vingança pode pôr tudo a perder. Horas depois, a jornalista Karen Pope recebe um envelope contendo um cartão musical e uma carta assinada por um homem que se intitula Cronos. Ele assume a autoria do crime e diz que o pesadelo está apenas começando. Sua intenção é purificar os Jogos Olímpicos, manchados por mentiras e corrupção. Milhares de vidas estão em risco Peter Knight, líder da Private Londres, logo percebe que Cronos não vai desistir até acabar de vez com o maior evento esportivo do mundo. Numa caçada implacável, a Private e a polícia de Londres tentam deter esse gênio do crime que parece saber mais do que deveria.



Autores: James Patterson e Mark Sullivan
Título Original: Private Games
Série: Private – Jack Morgan (Livro #3)
Editora: Arqueiro 
Páginas: 256
Skoob 

A Jornalista já estava na rua e tentava pegar um táxi em frente ao Regent’s Park quando o editor finalmente voltou à linha.- A casa de Sir Denton em Lyall Mews está isolada pela polícia e a van do médico-legista acabou de chegar.- Finch, você vai ter que arrumar outra pessoa para cobrir o arco e flecha e a equitação. – vibrou Karen. – O furo que eu acabei de conseguir vai sacudir Londres feito um terremoto.
Capítulo 8; Página 26.

A Private Londres trabalha a todo vapor na segurança da Olimpíada de Londres 2012. Tudo está calmo até a véspera da cerimônia de abertura, onde Denton Marshall, membro do comitê de organização do evento é brutalmente assassinado em sua casa, tendo a cabeça arrancada de seu corpo. O responsável pela morte se intitula Cronos, com inspiração na mitologia grega.

Ele então manda um envelope para a Jornalista Karen Pope, onde assume a autoria do crime e afirma que está apenas começando. O que ele quer com isso? Purificar as Olimpíadas que dizendo ele foi corrompida, e todos os responsáveis devem pagar.

Só que Denton era noivo de Amanda, mãe do responsável pela Private Londres, Peter Knight. O rapaz agora quer a todo custo encontrar esse brutal assassino, que não demora a fazer mais vítimas. Em meio a conflitos familiares e a perda de uma pessoa que amava. Peter tem de correr contra o tempo para pegar este assassino e evitar que o espírito dos Jogos Olímpicos seja destruído.

Quando terminei de ler o primeiro livro da série Private eu estava extasiado. Não achava que nenhum outro livro da série poderia ser tão bom quanto. Só que eu estava errado, porque esse, superou todas as minhas expectativas  e tive que colocar na lista de favoritos imediatamente.

A narrativa de Petterson é envolvente, rápida, e neste livro, bem mais sombria do que no anterior. Ele é ótimo em nos fazer ficar curiosos, e querer um capítulo atrás do outro, não importando nem hora e nem lugar. Os capítulos curtos ajudam muito isso, e juntando isso a sua ótima maneira de envolver e entreter o leitor em cada linha, a história passa bem rápido.

Umas das coisas que mais lamentei quando peguei neste livro foi que não teríamos Jack, dono da Pivate, já que agora o foco era em Peter, chefe em Londres. Um personagem forte, corajoso e muito fofo, que tem sua vida ligada a uma perda recente. Mas qual não foi minha surpresa quando não encontrei Jack em Londres? Fiquei muito contente, porque ele é um dos meus personagens preferidos.  Então não poderia pedir mais nada, o livro estava recheado de ótimos personagens.

Como já citei acima, este livro é mais sombrio e brutal, tanto, que é impossível o leitor não se indignar com o decorrer dos acontecimentos. A construção de um personagem sádico ajudou nisso, e a melhor sacada de Petterson, foi nos mostrar toda a história de Cronos sem revelar sua identidade. Identidade esta que me fez ficar surpreso e de boca aberta. O autor mostrou como não é previsível nas escolhas para o final.

Petterson é um gênio em histórias policiais. Envolve, entretém, diverte, choca e é simplesmente imprevisível. A capa é, na minha opinião, perfeita. Assim como a do livro anterior, eu amei. A diagramação é simples e a revisão está de parabéns. O livro leva 5 estrelas.





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3 comentários

  1. Muito bom Koldney...e que comece os jogos de londres....urruuuu!!!

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  2. oie,
    eu não conhecia o livro, só vi a capa algumas vezes, mas gostei de saber um pouco mais sobre ele.

    Abraços

    http://blog.vanessasueroz.com.br

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  3. Adorei a resenha!
    Já tinha lido algumas coisas sobre essa série, mas nunca me interresei o bastante -até porque não faz muito o meu tipo de leitura- para ler uma resenha e a sua me animou mais do que o esperado.
    Beijos
    Ingrid - @LivroseTal

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